Inglaterra News (Painel do Paim) - N.104 da série de 599 Blogs do Coronel Paim - O Porta-Voz

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012


Edson Nogueira Paim atribuiu a Presidenta Dilma Rousseff a designação de "Dama de Ferro" muito antes do Financial Times, como atesta Pesquisa Google (Postado por Danuza Peixoto Varella)


Brasil Econômico

“Dama de Ferro dos trópicos”
Financial Times compara a presidente Dilma Rousseff à ex-premier britânica Margaret Thatcher. (Págs. 1 e 38)


Edson Nogueira Paim, por haver notado o preparo e competência de Dilma Roussef para o cargo de Presidente da República  bem como a sua fibra, capacidade de liderança e de comando, honestidade, energia, coragem e obstinação, antecipou por mais de oito meses à percepção do Financial Times, assim como da imprensa brasileira e da própria mídia internacional, ao criar o Blog intitulado "Dama de Ferro" Brasileira, como atesta os registros do Google, ao menos, a partir de 31 de março de 2011, como se vê abaixo:  

  1. "Dama de Ferro" Brasileira (Um dos 600 Blogs do Painel ... - blog*spot

    pesquisascomapalavra.blogspot.com/2011_03_01_archive.html
    31 mar. 2011 – "Dama de Ferro" Brasileira (Um dos 600 Blogs do Painel do CoroneL PaiM) ... Nome: Blog do Paim: Local: Lambari, Minas Gerais, Brazil. Médico Clínico e Sanitarista - Doutor em Saúde Pública - Coronel Reformado do ...
  2. "Dama de Ferro" Brasileira (Um dos 600 Blogs do Painel do ...

    pesquisascomapalavra.blogspot.com/.../ex-generais-da-ditadura-arge...
    29 maio 2011 – "Dama de Ferro" Brasileira (Um dos 600 Blogs do Painel do CoroneL PaiM) ... Jornais do Mundo Todo no Painel do Paim ... Médico Clínico e Sanitarista - Doutor em Saúde Pública - Coronel Reformado do Quadro de ...
  3. "Dama de Ferro" Brasileira (Um dos 600 Blogs do Painel do ...

    pesquisascomapalavra.blogspot.com/2010_06_01_archive.html
    "Dama de Ferro" Brasileira (Um dos 600 Blogs do Painel do CoroneL PaiM) ... em Saúde Pública - Coronel Reformado do Quadro de Dentistas do Exército. ...
  4. SISTEMISMO (Um dos 600 Blogs do Painel do Coronel Paim)

    sistemismo.blogspot.com/
    30 out. 2011 – 520 "Dama de Ferro" Brasileira (Um dos 600 Blogs do Painel do CoroneL PaiM) · 521 Bactérias & Virus (Um dos 600 Blogs do Painel do ...
    Você visitou esta página 75 vezes. Última visita: 05/10/11
  5. Piauí (Um dos 600 Blogs do Painel do Coronel Paim)

    niveldomarpaineldopaim.blogspot.com/.../dilma-uma-dama-de-ferro-...
    Piauí (Um dos 600 Blogs do Painel do Coronel Paim). terça-feira, 28 de dezembro de 2010. Dilma, uma "Dama de Ferro" na presidência. Notícia. Seu governo recebe umBrasil como uma das potências emergentes mais promissoras da ...
  6. Escolha e leia um ou mais dentre os - SISTEMISMO (Um dos 600 ...

    sistemismo.blogspot.com/.../escolha-e-leia-um-ou-mais-dentre-os-60...
    11 jul. 2011 – 520 "Dama de Ferro" Brasileira (Um dos 600 Blogs do Painel do CoroneL PaiM) · 521 Bactérias & Virus (Um dos 600 Blogs do Painel do ...
  7. Blogger: User Profile: Blog do Paim

    www.blogger.com/profile/04886160289569279765
    Pernambuco Notícias (N. 1 da série de 600 Blogs do Painel do Coronel Paim) ......"Dama de Ferro" Brasileira (Um dos 600 Blogs do Painel do CoroneL PaiM) ...
    Você visitou esta página 76 vezes. Última visita: 05/12/11



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    1. Notícias sobre dama de ferro brasileira

      EXAME.com
      1. Desaceleração testa 'dama de ferro dos trópicos', diz 'FT'



        Economia - iG‎ - 1 hora atrás
        O jornal, que em sua chamada de capa chama Dilma de "Dama de Ferro dos Trópicos", observa que o otimismo demonstrado pela presidente brasileira em seu ...
        18 artigos relacionados
    2. BBC Brasil - Notícias - Desaceleração testa 'dama de ferro dos ...

      www.bbc.co.uk/.../noticias/.../120111_dilma_financial_times_rw.sht...
      1 dia atrás – Jornal britânico questiona capacidade do governo Dilma de fazer reformas necessárias para garantir retorno do crescimento acelerado.
    3. Desaceleração testa 'dama de ferro dos trópicos', diz 'FT' - Notícias ...

      noticias.uol.com.br/.../desaceleracao-testa-dama-de-ferro-dos-tropico...
      1 dia atrás – Acompanhe no UOL Notícias os últimos acontecimentos e fatos sobre mundo, Brasil, política, economia, tecnologia, educação, ciência, saúde ...
    4. A Dama de Ferro - Trailer - Vídeo - Rolling Stone Brasil

      www.rollingstone.com.br/video/dama-de-ferro-trailer/
      Um novo trailer de A Dama de Ferro, cinebiografia sobre a ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher, foi divulgado. Conhecida por seu temperamento ...
    5. Desaceleração testa 'dama de ferro dos trópicos', diz 'FT' - economia ...

      economia.estadao.com.br/.../economia,desaceleracao-testa-dama-de-f...
      1 dia atrás – LONDRES- A presidente Dilma Rousseff deve enfrentar neste ano o desafio de superar 'sérias dificuldades' para manter a imagem do Brasil ...
    6. Acessórios exibidos no filme A Dama de Ferro chegam ao Brasil ...

      modaspot.abril.com.br › News
      2 dias atrás – Salvatore Ferragamo: Acessórios da grife exibidos no filme A Dama de Ferro chegam ao Brasil.
    7. Para o Financial Times, Dilma é a “Dama de Ferro dos Trópicos ...

      www.itamaraty.gov.br/sala-de-imprensa/selecao.../materia_view?...
      1 hora atrás – O prestigioso jornal inglês dedica uma página à presidente brasileira em sua edição de terça-feira passada, chamando-a de “Dama de Ferro ...
    8. Desaceleração testa 'dama de ferro dos trópicos', diz FT | Política Livre

      www.politicalivre.com.br/.../desaceleracao-testa-dama-de-ferro-dos-tr...
      23 horas atrás – Desaceleração testa 'dama de ferro dos trópicos', diz FT. A presidente Dilma Rousseff deve enfrentar neste ano o desafio de superar “sérias ...
    9. Informaçao sobre o filme JANAÍNA DUTRA - UMA DAMA DE FERRO!

      www.vagnerdealmeida.com/InfoJanafilme.html
      vez em toda historia do Brasil, que uma travesti conseguiu sua ... contos, tudo sobre a Senhora Janaína Dutra, a nossa Dama de Ferro que tanto lutou por dias ...
    10. "A dama de ferro" estreia em janeiro de 2012 no Brasil

      www.dznove.com.br/.../1244-qa-dama-de-ferroq-estreia-em-janeiro-...
      Fazer um filme sobre um político que é um ícone como a britânica Margaret Thatcher é como andar em um campo minado cinematográfico. E, ainda assim, os...
    11. Por trás das cenas: A Dama de Ferro e Contraband - Cinema10.com ...

      cinema10.com.br/.../por-tras-das-cenas-a-dama-de-ferro-e-contraban...
      2 dias atrás – A Dama de Ferro. O longa mostrará a história da ex-Primeira Ministra da Inglaterra Margaret Thatcher com a saúde prejudicada lutando contra ...
    12. Imagens de dama de ferro brasileira

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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011


A crise do euro bate às portas da City londrina



A crise do euro é potencialmente devastadora para a City, que concentra quase dois trilhões de dólares diários do mercado de divisas mundial. Em julho um informe revelou que os bancos britânicos tem cerca de 300 bilhões de dólares investidos em títulos dos chamados PIIGS (Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha). Um efeito dominó do euro produziria um buraco nas finanças de bancos como o RBS (que emprestou cerca de 150 bilhões de dólares aos PIIGS) ou o Barclay (exposto em uma cifra similar). O artigo é de Marcelo Justo.

Marcelo Justo - Correspondente da Carta Maior em Londres
O Reino Unido enfrenta sua segunda recessão em três anos, tem o índice de desemprego mais alto desde 1994 e seu nível de vida caiu em 2011 pelo quinto ano consecutivo, mas na City a festa continua. É certo que os banqueiros não gozam do favor da opinião pública, é verdade que os indignados que acamparam há mais de dois meses nas fronteiras da City são uma pedra no sapato, e não resta dúvida que, como em A Máscara da Morte Rubra, de Edgar Allan Poe, a peste do euro é um fantasma que está batendo à porta, mas enquanto não há sinais de contágio, a City pode alardear uma saúde juvenil.

Em seus dois quilômetros quadrados, concentram-se uns 500 bancos, cerca de 70% dos Hedge Funds de toda a Europa, seguradoras e resseguradoras, quase dois trilhões de dólares diários do mercado de divisas mundial, tudo isso escorado por um aparato de grandes escritórios de advocacia que faturam cerca de 1,5 bilhões de dólares ao ano, uma bagatela se levarmos em conta que as bonificações da City chegam à casa dos 10 bilhões de dólares.

Com tanto dinheiro, o poder político e midiático pode ser sentido em todas as partes. Em meados de dezembro, o primeiro ministro David Cameron não hesitou em vetar uma modificação do Tratado da União Europeia que buscava resolver a crise do euro, apesar de mais metade das exportações do país irem para o resto da União Europeia, em especial para Alemanha e França, os principais impulsionadores da reforma.

O primeiro ministro justificou o veto com um apelo ao “interesse nacional” que, longe de ser a proteção do reino em matéria de prevenção de um ataque militar, se identifica com os interesses da City frente à ameaça de uma regulação europeia desfavorável que coloque em perigo a hegemonia britânica em setores fundamentais das finanças mundiais, como os Hedge Funds ou o mercado de derivativos.

Uma inclinação similar ocorre no plano interno. No parlamento, dias antes das festas de Natal, o ministro de Finanças, George Osborne, aceitou a recomendação de uma comissão investigadora sobre a necessidade de isolar a banca de depósitos e comercial das operações da banca financeira, mas descartou uma regulação dura ao estilo da lei Glass e Steagall que os EUA aprovaram em meio à depressão dos anos 30 que proibia os bancos de operar simultaneamente em ambos os setores.

Em seu anúncio, Osborne indicou que o White Paper, passo prévio à legislação, seria publicado em 2015 após uma nova rodada de consultas onde a City poderia fazer valer todo seu lobby e rede de contatos que se estende ao coração do próprio governo. David Cameron é filho de um corretor de bolsa e seu vice-primeiro ministro, o liberal Nick Clegg, ainda é diretor do United Trust Bank.

Na década passada os trabalhistas foram vítimas da mesma ilusão sobre as bondades do setor financeiro propagadas como verdade revelada pela usina midiática. Segundo o jornal City A.M, porta-voz do setor financeiro, o setor é fundamental para a economia britânica em termos de emprego (ao redor de um milhão e meio de empregos) ou contribuição em impostos (cerca de 10% das receitas do fisco).

A hipérbole midiática, que justificaria tantas concessões, torna-se clara quando se comparam essas cifras com os números do setor manufatureiro. Uma pesquisa do Centro para a Investigação da Mudança Sócio-Cultural, da Universidade de Manchester (CERS, na sigla em inglês), indicou que a indústria emprega dois milhões de trabalhadores e que, em pleno boom financeiro no período 2002-2008, a City pagou a metade do que o setor manufatureiro paga em impostos para os cofres britânicos.

Se o aparato financeiro legal que sustenta a City permite a evasão de impostos com o recurso mágico dos paraísos fiscais, a sangria que a City produziu com a queda do Lehman Brothers mostra o perigo mortal da dependência econômica britânica desse setor. Desde setembro de 2008, o governo britânico aportou entre injeção direta de fundos, empréstimos e garantias mais de um trilhão de dólares para estabilizar o sistema bancário.

“Bancocracia” em perigo
Duas coisas ameaçam hoje o poder dessa “bancocracia”. Em meio ao pior ajuste econômico do período pós-guerra, os protestos das Organizações Não-Governamentais estão começando a ter um impacto na consciência nacional e nos tribunais. O movimento UK Uncut (Reino Unido sem cortes), que se formou logo após o corte draconiano anunciado no ano passado pela coalizão liberal-conservadora, está liderando campanhas contra grandes empresas que são acusadas de sonegar impostos. A City e sua banca na sombra espalhada em entidades financeiras paralelas em paraísos fiscais é um dos alvos do ataque.

Na quinta-feira passada, a organização iniciou um recurso contra o acordo entre a autoridade tributária britânica e o banco Goldman Sachs que descontou o juro de um imposto devida pela entidade financeira. Se a cifra é menor – cerca de 27 milhões de dólares – o simbolismo é considerável.

Enquanto isso, o movimento Occupy, que está acampado na Catedral de Saint Paul, nas portas da City, ganhou uma batalha legal pré-natalina quando a justiça britânica decidiu que não tomaria nenhuma decisão, até 11 de janeiro, sobre o pedido de retirada do acampamento formulado pelo banco UBS.

Mais perigosa e potencialmente devastadora para a City é a crise do euro. Em julho um informe revelou que os bancos britânicos tem cerca de 300 bilhões de dólares investidos em títulos dos chamados PIIGS (Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha). Um efeito dominó do euro produziria um buraco nas finanças de bancos como o RBS (que emprestou cerca de 150 bilhões de dólares aos PIIGS) ou o Barclay (exposto em uma cifra similar).

Em meio a esse incerto panorama econômico-financeiro internacional, com a ameaça de uma segunda recessão a vista e de uma situação de crédito imobilizado, a City seguirá apostando desde seu lugar privilegiado no cassino global para seguir em festa. No entanto, como se sabe, a especulação é uma arma de dois gumes que pode terminar com uma saída virulenta do cassino com os bolsos vazios. Até para a City, 2012 será um ano difícil e perigoso.

Tradução: Katarina Peixoto
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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011


Brasil comemora 6º lugar entre as maiores economias do mundo


Apesar da conquista, o PIB per capita e o nível de vida dos brasileiros estão muito atrás de europeus e americanos

AFP - 27/12/2011 - 16:36

AFP PHOTO/VANDERLEI ALMEIDA
Compras_
Guido Mantega afirmou que o Brasil precisa de 10 a 20 anos para alcançar o nível de vida europeu


O Brasil comemora, orgulhoso, a conquista da sexta posição entre as maiores economias do mundo, mas especialistas e o governo admitem que o país só conseguirá alcançar os níveis de vida europeus em 20 anos e que ainda há grandes desafios pela frente, como erradicar a miséria.

"Do ponto de vista psicológico, esta é uma vitória de fim de ano fantástica, fora de série", disse o professor de administração da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro, Ricardo Teixeira. "Mas não só o Brasil contribuiu para isto. A conjuntura mundial e principalmente a europeia também influenciaram", acrescentou.

Os principais jornais brasileiros comemoraram na capa de suas edições desta terça-feira (27) a notícia de que a economia brasileira deixou para trás a do Reino Unido, situando-se na sexta posição mundial, atrás de Estados Unidos, China, Japão, Alemanha e França.

A informação havia sido dada na véspera pelo Centro de Pesquisas em Economia e Negócios (CEBR, na sigla em inglês), com sede em Londres.

No entanto, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita e o nível de vida dos brasileiros estão muito atrás dos de europeus e americanos.

O Brasil terminará o ano de 2011 com um PIB de US$ 2,5 trilhões contra US$ 2,8 trilhões da França, em quinto lugar. Mas o PIB per capita brasileiro é de US$ 12.900 dólares contra US$ 44.400 da França e US$ 48.100 dos Estados Unidos, primeira economia mundial, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI).

Uma simulação feita pela agência de classificação de risco brasileira Austin Rating avaliou que em um cenário de crescimento otimista (+6,5% de crescimento ao ano), o PIB per capita do Brasil só alcançará o do gigante britânico em 2028.

O gigante sul-americano ainda tem grandes desafios a superar, como erradicar o analfabetismo, atualizar uma infraestrutura insuficiente, melhorar a saúde pública e acabar com a miséria, que segundo especialistas afeta 16 milhões dos 190 milhões de brasileiros.

"Este anúncio mostra a grandeza do Brasil e demonstra que o país é hoje uma grande potência econômica. Esta melhora do PIB é um reflexo de todas as medidas implementadas pelo país desde o início do Plano Real", criado em 1994 para estabilizar a economia, afirmou Alex Agostini, economista chefe da Austin Rating.

Parte da melhora do PIB do Brasil "se deve ao seu crescimento, parte é resultado do fortalecimento do real e parte é pela crise na Europa; o continente (europeu) terá uma década de crescimento baixo ou nenhum, como o Japão", disse o economista José Márcio Camargo, citado pelo jornal O Globo.

Mas "por outro lado, ainda há muito a fazer; serão necessários 20, 30 anos de ajustes para reduzir as diferenças sociais que existem no Brasil", acrescentou Agostini.

A erradicação da miséria é um dos grandes desafios da presidente Dilma Rousseff, que completa no domingo um ano de governo e que na segunda-feira prometeu que não descansará até alcançar esta meta.

"O Brasil tem uma carga tributária muito elevada, de países desenvolvidos, mas oferece à sociedade serviços públicos, como saúde e educação, do nível de um país subdesenvolvido", lamentou Agostini.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou na segunda-feira (26) que o Brasil precisará de 10 a 20 anos para alcançar o nível de vida dos europeus.

"Isto significa que vamos ter que continuar crescendo mais do que estes países (desenvolvidos), aumentar o emprego e a renda da população. Temos um grande desafio pela frente", admitiu.

No entanto, Mantega mostrou-se otimista. "O FMI prevê que o Brasil será a quinta economia (do mundo) em 2015, mas acho que isto ocorrerá antes", disse o ministro, destacando que o Brasil cresce duas vezes mais rápido que os países europeus.

"Por isso, é inexorável que passemos à França e no futuro, quem sabe, a Alemanha, se ela não tiver um desempenho melhor", afirmou.


Brasil
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Brasil comemora 6º lugar entre as maiores economias do mundo


Apesar da conquista, o PIB per capita e o nível de vida dos brasileiros estão muito atrás de europeus e americanos

AFP - 27/12/2011 - 16:36

AFP PHOTO/VANDERLEI ALMEIDA
Compras_
Guido Mantega afirmou que o Brasil precisa de 10 a 20 anos para alcançar o nível de vida europeu


O Brasil comemora, orgulhoso, a conquista da sexta posição entre as maiores economias do mundo, mas especialistas e o governo admitem que o país só conseguirá alcançar os níveis de vida europeus em 20 anos e que ainda há grandes desafios pela frente, como erradicar a miséria.

"Do ponto de vista psicológico, esta é uma vitória de fim de ano fantástica, fora de série", disse o professor de administração da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro, Ricardo Teixeira. "Mas não só o Brasil contribuiu para isto. A conjuntura mundial e principalmente a europeia também influenciaram", acrescentou.

Os principais jornais brasileiros comemoraram na capa de suas edições desta terça-feira (27) a notícia de que a economia brasileira deixou para trás a do Reino Unido, situando-se na sexta posição mundial, atrás de Estados Unidos, China, Japão, Alemanha e França.

A informação havia sido dada na véspera pelo Centro de Pesquisas em Economia e Negócios (CEBR, na sigla em inglês), com sede em Londres.

No entanto, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita e o nível de vida dos brasileiros estão muito atrás dos de europeus e americanos.

O Brasil terminará o ano de 2011 com um PIB de US$ 2,5 trilhões contra US$ 2,8 trilhões da França, em quinto lugar. Mas o PIB per capita brasileiro é de US$ 12.900 dólares contra US$ 44.400 da França e US$ 48.100 dos Estados Unidos, primeira economia mundial, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI).

Uma simulação feita pela agência de classificação de risco brasileira Austin Rating avaliou que em um cenário de crescimento otimista (+6,5% de crescimento ao ano), o PIB per capita do Brasil só alcançará o do gigante britânico em 2028.

O gigante sul-americano ainda tem grandes desafios a superar, como erradicar o analfabetismo, atualizar uma infraestrutura insuficiente, melhorar a saúde pública e acabar com a miséria, que segundo especialistas afeta 16 milhões dos 190 milhões de brasileiros.

"Este anúncio mostra a grandeza do Brasil e demonstra que o país é hoje uma grande potência econômica. Esta melhora do PIB é um reflexo de todas as medidas implementadas pelo país desde o início do Plano Real", criado em 1994 para estabilizar a economia, afirmou Alex Agostini, economista chefe da Austin Rating.

Parte da melhora do PIB do Brasil "se deve ao seu crescimento, parte é resultado do fortalecimento do real e parte é pela crise na Europa; o continente (europeu) terá uma década de crescimento baixo ou nenhum, como o Japão", disse o economista José Márcio Camargo, citado pelo jornal O Globo.

Mas "por outro lado, ainda há muito a fazer; serão necessários 20, 30 anos de ajustes para reduzir as diferenças sociais que existem no Brasil", acrescentou Agostini.

A erradicação da miséria é um dos grandes desafios da presidente Dilma Rousseff, que completa no domingo um ano de governo e que na segunda-feira prometeu que não descansará até alcançar esta meta.

"O Brasil tem uma carga tributária muito elevada, de países desenvolvidos, mas oferece à sociedade serviços públicos, como saúde e educação, do nível de um país subdesenvolvido", lamentou Agostini.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou na segunda-feira (26) que o Brasil precisará de 10 a 20 anos para alcançar o nível de vida dos europeus.

"Isto significa que vamos ter que continuar crescendo mais do que estes países (desenvolvidos), aumentar o emprego e a renda da população. Temos um grande desafio pela frente", admitiu.

No entanto, Mantega mostrou-se otimista. "O FMI prevê que o Brasil será a quinta economia (do mundo) em 2015, mas acho que isto ocorrerá antes", disse o ministro, destacando que o Brasil cresce duas vezes mais rápido que os países europeus.

"Por isso, é inexorável que passemos à França e no futuro, quem sabe, a Alemanha, se ela não tiver um desempenho melhor", afirmou.


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Médico Clínico e Sanitarista - Doutor em Saúde Pública - Coronel Reformado do Quadro de Dentistas do Exército. Autor dos livros "Sistemismo Ecológico Cibernético", "Sistemas, Ambiente e Mecanismos de Controle" e da Tese de Livre-Docência: "Profilaxia dos Acidentes de Trânsito" - Professor Adjunto IV da Faculdade de Medicina (UFF) - Disciplinas: Epidemiologia, Saúde Comunitária e Sistemas de Saúde. Professor Titular de Metodologia da Pesquisa Científica - Fundação Educacional Serra dos Órgãos (FESO). Presidete do Diretório Acadêmico da Faculdade Fluminense de Odontologia. Fundador do PDT, ao lado de Leonel Brizola, Darcy Ribeiro, Carlos Lupi, Wilson Fadul, Maria José Latgé, Eduardo Azeredo Costa, Alceu Colares, Trajano Ribeiro, Eduardo Chuy, Rosalda Paim e outros. Ex-Membro do Diretório Regional do PDT/RJ. Fundador do Movimento Verde do PDT/RJ. Foi Diretor-Geral do Departamento Geral de Higiene e Vigilância Sanitária, da Secretaria de Estado de Saúde e Higiene/RJ, durante todo o primeiro mandato do Governador Brizola.
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